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APRESENTAÇÃO

O Fado, Património cultural imaterial da Humanidade, regressa aos Auditórios Municipais com o festival ‘Vozes do Fado’, uma iniciativa onde as novas vozes, a par de outras já consagradas, nos apresentam este singular género musical e a sua tão característica sonoridade.

Entre os dias 23 de setembro e 3 de novembro, o ‘Vozes do Fado’ irá apresentar 6 concertos divididos entre o Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras, e o Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Carnaxide.

PROGRAMAÇÃO

Auditório Municipal Eunice Muñoz:

➡️ Dia 23 de setembro – 21H30 – TÂNIA OLEIRO
Tânia Oleiro canta há 20 anos. Em 2016 entregou-se de alma e coração ao seu primeiro disco 'Terços de Fado'. Um registo que reflete o seu percurso traçado com solidez e dedicação aos saberes tradicionais e à vasta riqueza do espólio do Fado. Nascida em Lisboa, teve o Fado como berço, por condição. Da infância recorda o fado cantado pela sua mãe e terá assim nascido a sua grande paixão.
Enraizada no seu legado histórico, Tânia Oleiro é um valor firmado que abre caminhos para o futuro, num equilíbrio entre a seleção cuidada do repertório, os músicos que a acompanham e o seu extraordinário poder interpretativo.
Discreta, mas, com uma firmeza inabalável, a fadista traz consigo a tradição dos ícones de antigamente e a singeleza da sua juventude.

➡️ Dia 06 de outubro – 21H30 – MIGUEL XAVIER
Nasceu em 1995, em Guimarães
Em 2018 lança o seu primeiro álbum intitulado "Miguel Xavier", muito bem-recebido pela crítica e público, um trabalho apadrinhado pelo ilustre Camané.
O Fado chegou à sua vida muito cedo, pela mão da avó paterna que lhe decorou a infância com as gravações das referências maiores do universo fadista.

➡️ Dia 14 de outubro – 21H30 – CARLOS LEITÃO
Depois da Trilogia da Casa, composta pelos discos “Do Quarto” (2013), “Sala de Estar” (2017) e “Casa Vazia” (2019), Carlos Leitão apresenta em 2022 o seu novo álbum, “Simples”, um ato de apego às raízes e de consciência artística. Como em tudo na sua vida, o cantautor, nascido em Lisboa há 42 anos, defende a simplicidade como forma de resposta à maior parte das suas questões, não apenas musicais, mas mundanas.
Carlos Leitão assina 10 dos 11 temas de “Simples”, ficando o fecho do disco a cargo de Tiago Torres da Silva e Paulo de Carvalho. Entre o fado tradicional e as suas próprias composições, o cantautor concebeu o disco assente na matriz da simplicidade, desde os títulos dos temas aos arranjos musicais, também da sua autoria.
Henrique Leitão e Bruno Chaveiro (guitarras portuguesas)
Luís Pontes (viola)
Carlos Menezes (baixo).

Auditório Municipal Ruy de Carvalho:

➡️ Dia 21 de outubro – 21H30 – TERESINHA LANDEIRO
Teresinha Landeiro quer marcar de forma vincada o seu fado. É na casa Mesa de Frades (Alfama, Lisboa) que se revela semanalmente e é o ponto de partida para construção de um currículo invejável apesar de muito jovem. No ano de 2021 apresenta o novo álbum ‘Agora’ (SONY), que inclui música de autoria da própria Teresinha Landeiro, revelando um fado jovem, ambicioso e leve como a própria personalidade da fadista.

➡️ Dia 27 de outubro – 21H30 – LENITA GENTIL
Naturalmente, Lenita acabou por ficar mais tempo do que o previsto e graças a uma ascendente projeção, é convidada para atuar no restaurante típico "O Faia", onde ainda hoje se mantêm. Para a fadista esta passagem pelas casas de Fado são "uma experiência muito enriquecedora de Fado, aprendi muito, é uma grande escola, deu-me uma experiência de vida e artística ...".
O seu enorme profissionalismo e entrega refletem-se na seleção de repertório, onde se destacam os poemas de Artur Ribeiro, Maria de Lurdes de Carvalho, Vasco de Lima Couto e Frederico de Brito, entre outros.
Manifestando o seu apreço, Lenita é também uma das poucas vozes femininas na interpretação do Fado de Coimbra que considera: "muito rico, com melodia, nostálgico, uma coisa que entra e que se sente. Acho o Fado de Coimbra muito bonito".

➡️ Dia 03 de novembro – 21H30 – SÉRGIO ONZE
Sérgio Onze não vem do Fado, não carrega um legado ancestral nem antepassados para honrar. O Fado foi, por isso, uma decisão. Uma escolha que pareceu intrínseca, natural, como se tivesse sido encontrado, ou nele se encontrasse. Como se só a noite a vulnerabilidade e o espanto soubessem a casa.
Começar a cantar desde cedo e construir-se em contacto direto com os grandes mestres fez com que se deslumbrasse por todos os mundos que cabem dentro do Fado tradicional.
Com o Fado enquanto fim para um meio e uma voz profunda e retumbante, cheia de certezas mesmo quando só se pergunta, Sérgio Onze entrega-se ao precipício que é cantar sem deixar os pés em terra firme. Na viagem, leva-nos a todos com ele com tanta firmeza que, quando nos vemos de volta ao cais, temos o corpo virado do avesso e sentimo-nos, finalmente, inteiros.

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